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Tesouros do Nosso País

Temos o gosto de muitos dos nossos conterrâneos e por isso resolvemos partilhar experiências, divulgá-las e opinar sobre o que poderá fazer no nosso país, como restauração, lazer entre outras coisas.

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Temos o gosto de muitos dos nossos conterrâneos e por isso resolvemos partilhar experiências, divulgá-las e opinar sobre o que poderá fazer no nosso país, como restauração, lazer entre outras coisas.

#Viseu, Cidade de Viriato

09.01.19 | DM&FS

 

Sé_de_Viseu_ao_anoitecer_(2).jpg

Muitos  evocam Viseu como a cidade de Viriato ou mesmo de vinhateira ou de cidade-jardim.

Uma cidade de Portugal, sendo esta considerada a maior do centro do país com cerca de 99 274 habitantes, capital do distrito com o mesmo nome na qual existe 25 freguesias no conselho, este mesmo fundado em 1123 (foral).

Vale a pena partir à descoberta da sua identidade e dos seus atributos, como a Sé, uma das mais antigas do país e o Museu de Grão Vasco, entre outras maravilhas.

E foi assim que eu fiz, saí bem cedo de casa, fiz quase 3 horas de viagem e finalmente cheguei ao destino, muita curiosidade confesso em saber como era a cidade, pois se a minha memoria não falta, estive lá com apenas poucos anos de idade, de que, confesso não me recordar nada a não ser um concerto de José Cid com a sua famosa canção coração de papelão, pois bem a chegada pareceu me uma cidade bonita, limpa, como muitas outras um pouco caótica a nível de transito apesar de considerar que é uma cidade que tem muitas, mas mesmo muitas rotundas, fácil entrada como posso dizer desde já que também foi de fácil saída!

Ao chegar a cidade entrei nela sem medos, confesso que o transito  me mete algum receio mas isso é em geral, e procurei um sitio para estacionar, logo um lugar.

Saí do carro cheio de coragem para descobrir aquelas ruas cobertas de pedra, com pormenores lindos nas fachadas das casas e nas janelas, até descobri uma janela gótico numa rua perto da praça da Sé.

Entretanto era hora de almoço, e o que não falta na zona interior da cidade e a redor a Sé são restaurantes com comida típica, depois de muito escolher e ver, decidi entrar num restaurante que confesso foi uma desilusão a nível de serviço, porque o espaço até era engraçado e muito típico daquela zona, mas paguei por comida que não comi e como já referi o atendimento não foi o melhor, mas deixando isso para trás segui em frente e fui  ao posto de turismo , que na minha opinião é uma mais valia para quem visita uma cidade do qual não sabe rigorosamente nada, mesmo que se tenha uma noção aconselho derivado a descobrires sempre algo que não sabias, depois de questionar onde ficava os sítios que tanto queria ver que era mesmo o museu de arte sacra, pois pessoalmente adoro! Sai .

Entrei mesmo ao lado no museu Grão Vasco, no qual descobri um mundo de arte maravilhoso e voltaria a repetir, não achei o bilhete caro, foram 4 euros muito bem dados, pois o espolio que apresenta e de beleza e uma dimensão artista enorme, aconselho vivamente a lã ir, saindo do museu entrei na Sé de Viseu, um edifício lindo e com uma enorme imponência a nível da sua arquitectura, sem tempo a perder fui comprar um bilhete para o museu de arte sacra, pois, é no mesmo edifício e pode ser  adquirido na loja da Sé, 2 euros, praticamente nada, entrei e cada passo que dava mais surpreendido e maravilhado eu ficava, no caminho encontrei uma assistente do museu a qual fiz uma questão que estava a puxar bastante a minha curiosidade, porque Havia tanta referência ao santo Sebastião em quase toda a parte da cidade, a qual ela não soube responder, mas depressa arranjou forma de matar a minha curiosidade, e apareceu um senhor que também faz parte da organização do museu da Sé e respondeu a muitas questões  sobre aquele edifício e a diferença que eu desconhecia entre sé e catedral, aconselho a irem ver e descobrir isso, porque é muito interessante essa matéria, mas resumindo, a pergunta que mais me colocava curiosidade, não teve uma resposta clara, porque é muito complicado chegar a uma conclusão do porque, havendo tantas historias cruzadas, no final sai da Sé cheio e maravilhado com tudo o que tinha visto e ouvido e fui para o carro, e pensei tenho tempo para mais uma visita o que irei ver? o museu do Quartzo, ali fui eu , mas quando cheguei ao sitio do mesmo, que fica ainda um pouco descentralizado da cidade, o próprio local esta vazio e o espaço um pouco mal estimado, no qual não puxou sequer interesse  nem cativou para ver. depois disso sai em direcção ao Ribatejo e fiz mais umas horas para chegar a casa.

Resumindo aconselho vivamente a visitar Viseu, pois merece a pena, não só pela sua arte , mas pela sua vida, gastronomia e historia vasta. fica o link de Viseu para quem tiver mais curiosidade e quem sabe visitar!

 

http://visitviseu.pt/

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